- Winston Churchill
Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bronnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.
http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx
Lendo o blog do Tim Ferris, travei com este texto extraído do livro The Checklist Manifesto, do Atul Gawande. Nele, podemos entender a fixação antológica do David Lee Roth, ex e melhor vocalista do Van Halen, com os M&M’s marrons:
“Ouvindo a rádio, escutei a história atrás da notória insistência, inclusive contratual, do vocalista David Lee Roth em ter uma tijela cheia de M&M’s no backstage mas sem nenhuma pastilha marrom. Caso houvesse, o show poderia ser cancelado. E por pelo menos uma vez, o show isso aconteceu. Foi no Colorado, quando Roth encontrou um M&M marrom eu seu camarim. Mas não foi um simples caso daquelas exigências malucas de celebridades loucas.
“De acordo com o que David descreveu em suas memórias, Crazy from the Heat, “o Van Halen foi a primeira banda a levar grandes concertos para mercados terciários”.
“Nós íamos com nove caminhões de 18 rodas, cheios de equipamento, quando o padrão era três destes caminhões. E havia muito erros técnicos - tais como suportes que não aguentavam o peso, ou pisos que afundavam, ou portas que não eram grandes o suficiente para entrar com os materiais. O contratante tinha que ler o contrato muito bem, pois tinha tantos detalhes de equipamentos e de requisitos de pessoas que ele acabava achando que era as páginas amarelas chinesas”. Como um pequeno teste, enterrado no meio do contrato, estava o artigo 126, a cláusula onde estava a exigência da eliminação dos M&M’s marrons. “Quando nós íamos aos camarins, se eu visse um M&M marrom naquela tijela”, ele escreveu, “começávamos a chechar todos os itens da produção. Era certo que encontraríamos um erro técnico… era garantia de que teríamos um problema”. Não eram frivolidades. O erros poderiam levar a mortes. No Colorado, a banda percebeu que os promotores locais falharam em ler os requisitos de peso e que poderiam levar o palco abaixo durante aquela apresentação”.
Agora pense em que tipos de testes deste tipo você pode exigir na sua empresa, negócios e até nos seus relacionamentos?




